Trabalho de Rafael Diniz para reerguer Campos provoca onda de fake news

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Sem argumentos para contestar as decisivas ações do governo Rafael Diniz para reerguer um município entregue no “buraco”, como disse a própria Rosinha em vídeo no seu perfil no Facebook, os inconformados ex-boquinhas da Facção Rosa desfecharam uma nova onda de fake news, em mais uma desesperada tentativa de manipular a opinião pública para dificultar a administração municipal de Campos ou, pelo menos, toldar os méritos e as realizações do atual governo.

Ataques a esmo

Em uma semana em que se anunciou a recuperação de importantes programas sociais, deixados à míngua pela administração anterior, e grandes investimentos em diversas áreas, o pelotão de choque do baixo clero dos rosáceos desfechou sofríveis ataques nas redes sociais. Segue dois exemplos abaixo.

Fake News: Água da privada

O baixo nível e o amadorismo da divulgação de um famoso vídeo de uma pessoa lavando um banheiro hospitalar com água da privada feito, no norte do país, criminosamente dizendo que seria na rede pública de Campos mostra bem o nível do desespero dos inconsequentes aprendizes de sabotadores.

Fake News: Corte de verbas para Instituições Filantrópicas

Outra fake news que chamou bastante a atenção foi a divulgação de que o governo Rafael Diniz havia realizado cortes de verbas para instituições filantrópicas do município, induzindo, inclusive, um desavisado advogado responsável por um site de notícias a inadvertidamente divulgar a fake news como verdadeira e depois se ver eticamente obrigado a desmentir o que havia publicado.

Apesar de ser profissional de assessoria jurídica e conhecedor das leis, faltou-lhe o indispensável cuidado dos profissionais do jornalismo em verificar a autenticidade da notícia e a credibilidade da sua fonte.

Menos pior, ele imediatamente atendeu ao pedido de direito de resposta da Prefeitura, desmentiu a fake news e desculpou-se pelo erro. Sabe-se lá o que disse depois a quem lhe passou a maliciosa informação, mas imagina-se.

Atenção

Todo cuidado é pouco na divulgação do que se recebe o se vê nas redes sociais. Produzidas e espalhadas pelas redes sociais, as notícias falsas, ou fake news, se proliferam graças a desconhecimento, má-fé, dificuldades de rastreamento e legislação omissa. Ainda assim, podem render multa e processo para quem as cria ou espalha.

No âmbito civil, o autor ou difusor de notícia mentirosa pode ser condenado a pagar indenização por danos morais. Já no penal, quem propaga fake news pode ser processado por crimes contra a honra, como calúnia e difamação e até e até mesmo ser preso ou ter de prestar serviços comunitários. Os valores das multas ficam a cargo dos juízes encarregados dos processos e variam caso a caso.

Para o advogado Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab, centro de pesquisa em direito e tecnologia,  o fato de não saber que a notícia é falsa, ou a simples negligência em relação à fonte, não exime a responsabilidade de quem compartilhou. “No caso penal vai ser avaliado o dolo, a má-fé da pessoa que compartilhou a notícia, mas isso depende das circunstâncias”. (Com informações de UOL)

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