Tornozeleira e outras cautelares para Garotinho voltam a vigorar

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Tribunal de Justiça RJ informou que as medidas restritivas a Garotinho voltam a entrar em vigor

Com a 1ª Câmara Criminal do TJRJ, presidida pelo desembargador Luiz Zveiter, já indenizado por Garotinho e a rádio Tupi por calúnia e difamação, dando-se por impedida para julgar os recursos do desdobramento da operação Chequinho na 2ª Vara Criminal de Campos, que envolvem como réus Garotinho e a esposa Rosinha, voltam a vigorar as medidas cautelares decretadas pelo juiz Leonardo Cajueiro, entre elas, o bloqueio de 18 milhões de reais do casal, e a instalação de tornozeleira eletrônica de monitoramento judicial em Garotinho.

Questão de ordem

No último dia 3, a desembargadora Maria Sandra Kayat suspendeu as medidas cautelares impostas a Garotinho, por conta de uma questão de ordem apresentada pela defesa, já que o presidente da 1ª Câmara, desembargador Luiz Zveiter, move diversos processos contra o ex-governador por calúnia, difamação e injúria, já tendo sido indenizado em alguns.

Fim da validade da suspensão

Mas, a decisão da desembargadora determinava que a suspensão das medidas só valeria até o julgamento da suspeição da Câmara, realizado nesta terça-feira (9). Portanto, Garotinho está novamente sujeito às medidas cautelares. Mas ainda não foi definido o prazo para instalação do popular e famigerado “relógio de canela”, que tanto faz o ex-governador “espernear” judicialmente.

Garotinho vai para as mãos de outro desembargador

Agora, o processo será redistribuído para outro colegiado da segunda instância, mas ainda não há prazo para essa definição. Ficará a cargo do novo relator estipular o prazo para que Garotinho cumpra o determinado e compareça a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) para a devida instalação da tornozeleira.

Agora resta aguardar o desfecho de mais esse capítulo da novela “Dá o pé louro…

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