Réu pai, réu filho. Wladimir Garotinho quis afastar promotor, juiz negou

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Acreditem, parece mentira, mas é verdade. Seguindo os passos do pai, já que o fruto, seja ele bom ou ruim, não cai longe do pé, o réu Wladimir Matheus Garotinho pediu ao juiz Ricardo Coimbra, da 76ª ZE o afastamento do promotor Leandro Manhães da Ação Penal que responde naquela jurisdição.

Pretensão de escolher autoridades processuais

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A exemplo do pai Garotinho, Wladimir já mostra, como ele, que quer escolher as autoridades processuais que atuam em seu processo, do qual afirmou categoricamente que será totalmente inocentado por não haver provas que o incriminem. Mas há quem, diante de tantas testemunhas, que discorde.

Réu pai, réu filho, pedido rejeitado

O juiz rejeitou o pedido de Wladimir, que incrivelmente se baseou em denúncias feitas pelo seu próprio pai contra o promotor:

“Os fatos narrados já foram objeto de apreciação na ação penal eleitoral em que o Sr. Garotinho é réu e a exceção foi rejeitada. Considerando a rejeição da exceção na ação em que o Sr. Garotinho é réu, não há o que se avaliar na ação em que seu filho é o réu. Assim, rejeito a presente exceção”.
O interrogatório de Wladimir está marcado para a próxima sexta-feira que, dê praia ou não, será dia de Forúm…

Em família

Rosinha, Garotinho e Wladimir são réus em processos oriundos da “Operação Chequinho” que investigou a escandalosa compra de votos com Cheques Cidadão pagos com dinheiro público.

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