Recursos de Garotinho e Rosinha serão julgados pela rígida 2ª Câmara

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“Gatos em telhado de zinco quente”…

A cada dia que passa a situação de Garotinho e Rosinha se complica ainda mais no processo gerado pela operação Secretus Domus, que apura apura recebimento de propina e direcionamento de licitação do programa Morar Feliz.

Alguns integrantes da Facção Rosa comemoraram nas redes sociais como uma vitória a declaração de impedimento da 1ª Câmara Tribunal de Justiça (TJ) do Estado do Rio de Janeiro (Sveiter) para julgar o recurso do casal.

Mas, muito pelo contrário, a decisão do desembargador Luiz Zveiter, de se declarar suspeito, deixou Garotinho e Rosinha sem uma das suas mais habituais rotas de fuga, a acusação de suspeição de agentes do judiciário que estejam atuando em processos onde lês figuram como réus.

A relatora do caso desembargadora Katia Maria Amaral Jangutta

Para complicar um pouco mais, com nada é tão ruim que não possa piorar, no novo sorteio, o julgamento do recurso foi para a 2ª Câmara Criminal, vista como uma das mais rígidas daquela Corte, e a relatora do caso será a desembargadora Katia Maria Amaral Jangutta.

Preso na terça-feira (3/9), por determinação do juiz casal Glicério de Angiólis Silva, da 2ª Vara Criminal de Campos, sob a acusação do Ministério Público de superfaturamento e de recebimento de propina para beneficiar a Odebrecht nas licitações para construção do programa municipal de habitação “Morar Feliz”, o casal só está em liberdade por conta de uma decisão do desembargador Siro Darlan durante um plantão judiciário.

Ameaça de nova prisão

Diante dos relatos de ameaças de morte que teriam sido recebidas por uma testemunha do processo, O Ministério Público deverá pedir nova prisão dos ex-governadores, sob alegação de ameaças a testemunhas.

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