Programa do Porto do Açu protege ninhos de tartarugas em 62 km do litoral NF

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Nessa quarta-feira, o Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas do Porto do Açu, na Reserva Caruara, uma unidade de conservação mantida pelo Porto do Açu, comemorou a liberação no mar de 1 milhão de filhotes de tartarugas marinhas.

O ato simbólico, fechado ao público para manter as normas de segurança exigidas pela pandemia, serve como exemplo e conscientização da importância da conservação do meio ambiente.

Unidade de Conservação

A Reserva Caruara, unidade de conservação mantida pelo Açu protege 4 mil hectares de restinga e é a maior unidade privada em extensão no estado do Rio e a maior do país dedicada à preservação de restingas, um dos ecossistemas mais fragmentados e ameaçados do país. A região é área prioritária de desova da espécie Caretta caretta, conhecida como cabeçuda, ameaçada de extinção.

O ato simbólico contou com a presença de representantes das empresas Porto do Açu Operações, Açu Petróleo e Ferroport, subsidiárias do Grupo Prumo que desenvolvem em conjunto o Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas do Porto do Açu (PMTM).

O PMTM tem a missão de identificar, proteger e monitorar os ninhos de tartarugas ao longo de 62 quilômetros do litoral Norte Fluminense – do pontal de Atafona, em São João da Barra, até a Barra do Furado, em Campos -, desde a desova até a liberação dos filhotes ao mar.

Equipes do programa também realizam um trabalho educativo ao longo de todo o ano, com o envolvimento de escolas, banhistas e pescadores, buscando conscientizar a população sobre a importância da preservação da espécie.

O trabalho atende a diretrizes técnicas do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (Centro Tamar/ICMBio) e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea).

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