Novo cronograma deixa de fora a finalização do hospital de campanha em Campos

0

Elefante Branco

Essa expressão é muita usada nos dias de hoje para presentes grandes, caros e inúteis, mais ela se originou no antigo Siã, cujo rei tinha o costume de presentear as pessoas com elefantes brancos, animais raros e sagrados, e não era aconselhável recusar presentes de um rei. Assim as pessoas presenteadas com os animais tinham por dever levar o presente para a casa, mesmo não sabendo o que fazer com o presente/maldição.

Sem dó nem piedade

Após denúncias de superfaturamento, mandados de busca e apreensão e prisões, o Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (IABAS), detentora de um nada recomendado contrato de incríveis 835 milhões com o governo Witzel para construção e manutenção de seis hospitais de campanha para o enfrentamento da pandemia de Covid-19 no Estado do Rio de Janeiro, apresentou um novo cronograma que deixa de fora a finalização do hospital de campanha do Estado em Campos e o de Casimiro de Abreu.

Wladimir Garotinho, “pai” do Hospital de Campanha e aliado de Witzel, está calado

Pode confirma-se agora o desmonte anunciado pelo Somos Online

Já passou da hora de o deputado Wladimir Garotinho que desde o início assumiu a paternidade do hospital do estado em Campos, segundo ele mesmo disse, “batendo o martelo” na construção da unidade com o ex-secretário estadual de Saúde Edmar Santos, sair da sua inexplicável passividade e mostrar alguma reação que não seja eleitoreira, lutando pelos interesses dos campistas, mesmo contra as equivocadas decisões do seu aliado governador Wilson Witzel.

Muitas promessas e decepções

Inicialmente com prazo de entrega estipulado para o dia 30 de abril, e, posteriormente, adiado por duas vezes: 25 de maio e 12 de junho, agora, após a Operação Placebo, da Polícia Federal, o Iabas diz que apenas as unidades de Campos e Casimiro de Abreu ficarão pendentes, buscando empurrar a responsabilidade com a transferência dos hospitais para um consórcio privado que se comprometeu a concluir as obras de quatro unidades hospitalares até o final da próxima semana.

Na cadeia & nas urnas

Diante de tamanho absurdo, do oportunismo descabido, da pilhagem do dinheiro público e do inacreditável descaso para com a saúde pública na hora de se enfrentar uma pandemia que vem ceifando milhares de vidas, a população anseia que as autoridades respondam a esses abusos com medidas enérgicas contra os responsáveis e seus cúmplices, os enquadrando, a todos, na forma mais dura da lei.

E que aqueles que, agora, tentam tirar o “corpo fora” após terem sido coniventes com os mal feitos, se não forem responsabilizados judicialmente, que sejam punidos nas urnas.

NENHUM COMENTÁRIO