Foragida há 60 dias, Linda Mara desafia a Justiça e a Polícia Federal

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A foragida Linda Mara Silva, ex-secretária particular de Rosinha, e ex-vereadora, e cabo eleitoral de Wladimir Garotinho, segue em fuga há 60 dias, desafiando frontalmente a Justiça e a Polícia Federal.

Linda Mara e Thiago Virgílio, cabos eleitorais de confiança de Wladimir Garotinho deverão desfalcar seu time de apoio

Apesar de todos os esforços empreendidos pela PF para cumprir o mandato de prisão, expedido em 8 de outubro contra Linda Mara para dar início a sua pena de cinco anos e quatro meses de cadeia em regime semiaberto por compra de votos com Cheques Cidadão, um programa social pago com dinheiro público, ela continua foragida.

O esquema funcionou durante as eleições de 2016, durante a gestão Rosinha à frente da Prefeitura de Campos e foi desbaratado pela Operação Chequinho da Polícia Federal.

Seus parceiros de grupo político, esquema e sentença, Thiago Virgílio (PTC) e Kellinho (Pros), já estão cumprindo as suas penas no presídio Carlos Tinoco da Fonseca, após Kellinho ter se entregado e Thiago ser capturado pela PF em sua própria casa.

Atualmente, a sua defesa contesta no STF o fato de estarem em regime fechado desde as suas prisões.

ATUALIZAÇÃO

O ministro Reynaldo Soares da Fonseca, do Supremo Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido dos vereadores afastados Thiago Virgílio (PTC) e Kellinho (Pros) que pretendiam cumprir pena em prisão domiciliar sem monitoramento. Os dois, assim como Linda Mara (PTC), foram condenados a cinco anos e quatro meses de prisão em regime semiaberto por participação no que o Ministério Público chamou de “escandaloso esquema” de troca de votos por Cheque Cidadão na última eleição municipal. 

Com informações de ALDIR SALES/Folha 1

Habilidosa foragida

A foragida Lima Mara Silva, mostrando uma grande habilidade para fuga, tem conseguido se esquivar da Polícia Federal e do cumprimento da sua pena. Mas poderá pagar um preço alto pela fuga. O delegado Paulo Cassiano, da Polícia Federal, já declarou que pedirá à Justiça Eleitoral a mudança do regime da pena de Linda Mara de semiaberto para fechado, por conta do desrespeito à ordem judicial.

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