Linda Mara, ex-secretária de Rosinha e cabo eleitoral de Wladimir segue foragida da justiça

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Linda Mara também atuou como secretária particular de Rosinha

Condenada em 2ª Instância, e com todos os recursos esgotados, para tentar evitar o cumprimento da sua pena, Linda Mara, ex-vereadora, ex-secretária particular da ex-prefeita Rosinha, e cabo eleitoral de Wladimir Garotinho, não foi encontrada pela Polícia Federal em seu endereço cadastrado para cumprimento do mandado de prisão, e nem, tampouco, se apresentou para dar início ao cumprimento da sua sentença5 anos e 4 meses de prisão em regime semiaberto, por conta da crminosa compra de votos com dinheiro público utilizando o programa social “Cheque Cidadão” da prefeitura de Campos, sendo considerada foragida da justiça pelo delegado Paulo Cassiano da Polícia Federal de Campos.

Linda Mara é cabo eleitoral de Wladimir Garotinho e muito próxima a sua família

Fuga pode levar a alteração do regime da sentença

Segundo o delegado da Polícia Federal de Campos Dr. Paulo Cassiano, ela foi condenada nas esferas cível e eleitoral e já tivem trânsito em julgado da suas sentençs, já não cabendo mais recursos:

“Nós recebemos, na semana retrasada, mandados de prisão em relação aos três réus (Linda Mara, Thiago Virgílio e Kellinho), mas eles não foram encontrados em seus endereços e, portanto, são considerados foragidos”.

Kellinho se entregou, mas Linda e Thiago não

Posteriormente o ex-vereador Kellinho se entregou espontaneamente a Polícia Federal. Mas Linda Mara e Thiago Virgílio continuam foragidos.

Ainda segundo o delegado, “As ordens de prisão foram expedidas para Campos pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral em exercício, Cláudio Brandão de Oliveira, e estamos, desde que recebemos esses mandados, diligenciando para tentar cumprir. Não conseguimos localizá-los nos endereços cadastrados, disponíveis no sistema da Polícia Federal. Novas tentativas de localizá-los serão feitas e, se até o próximo domingo eles não se apresentarem, eu farei informação ao juiz de que nós realizamos essas diligências e faremos a sugestão que o juiz mude o regime de semiaberto para fechado”. Declarou o delegado Paulo Cassiano.

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