Gilmar nega apelos e Garotinho segue em serviço comunitário no hospício da UFRJ

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Mal acostumado a se livrar das suas penas por recursos judiciais, Garotinho teve negado dois pedidos ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para se livrar do cumprimento da pena de prestação de serviços comunitários na Biblioteca do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub), além do pagamento de 532 dias-multa, por ter sido condenado em 2ª Instância em fevereiro de 2018 pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) por publicações em seu blog, de novembro de 2011 a fevereiro de 2012, acusando o juiz federal Marcelo Leonardo Tavares de ter cometido corrupção e prevaricação, quando proferiu uma sentença contra ele.

Entenda melhor

Além de obrigar Garotinho a trabalhar na biblioteca do Hospital Psiquiátrico da UFRJ, essa sentença o deixou inelegível e abortou a sua candidatura a governador em 2018, por conta da Lei da Ficha Limpa.

Garotinho está pagando língua

O TRF confirmou a tese da procuradoria de que houve dolo, pela nítida pretensão de caluniar o juiz, ao imputar-lhe falsamente um fato criminoso, creditado a uma fantasiosa pretensão da nomeação de um familiar para um cargo de confiança no governo estadual.

O lado bom

Pelo menos com o cumprimento dessa sentença em uma biblioteca, Garotinho vai ter tempo e oportunidade para se aperfeiçoar com leituras de bom nível que o ajudem a domar esse estranho impulso, aparentemente incontrolável, de agredir a todos que se interpõem em seu caminho, não poupando o Judiciário, a imprensa, ou qualquer outro que contrarie os seus interesses, esses, quase sempre pouco recomendados, e péssimos exemplos para os herdeiros da sua facção política.

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