Garotinho e Rosinha são presos, mas dinheiro de Campos não deverá ser devolvido

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Militantes da Facção Rosa acreditam na impunidade do seu líder

Que não se animem muito os adversários de Garotinho e Rosinha e que não fiquem tão tristes os militantes da Facção Rosa. A prisão de Garotinho e Rosinha é de caráter preventivo, atendendo a pedido do Ministério Público que afirma que o casal estaria interferindo nas investigações, inclusive com ameaças a testemunha-chave, sobre o caso dos contratos com a Odebrecht para construção das “casinhas” do projeto morar Feliz, com graves denúncias de superfaturamento e desvio de 60 milhões de reais dos cofres da Prefeitura de Campos durantes as duas gestões de Rosinha como prefeita do município. Leia mais AQUI

Sem chance de devolução

O que mais se deve lamentar é que não existe esperança de reparação dos prejuízos causados aos devastados cofres públicos de Campos. Afinal, Garotinho e Rosinha só possuem uma casa na Lapa e as investigações e condenações envolvem fortunas de milhões de reais.

Mandado de prisão preventiva

Algumas sentenças de prisão pendentes

Segurança Pública S/A – 4 anos e seis meses de cadeia

Mas a situação do líder rosa não é nada confortável. Entre as sentenças de prisão que pesam sobre Garotinho, está a condenação pelo Tribunal Regional Federal da 2º Região a 04 anos e seis meses de cadeia por formação de quadrilha no âmbito da “Operação Segurança Pública S/A, com o seu recurso pedindo a suspensão do processo a ser julgado na pauta do STF, no próximo dia 8 de novembro. Leia mais AQUI

Chequinho – 09 anos, 11 meses e 10 dias de cadeia

Garotinho também foi condenado a 09 anos, 11 meses e 10 dias de cadeia pela prática dos crimes de corrupção eleitoral, associação criminosa, supressão de documento público e coação durante o processo, no âmbito da “Operação Chequinho”, da Polícia Federal, sentença proferida pelo juiz Ralph Manhães, da 100ª Zona Eleitoral de Campos, confirmada em 2ª Instância, mas com o seu cumprimento impedido por liminar até o julgamento pelo STF.

A “Operação Chequinho” desmantelou um mega esquema de compra de votos para as eleições de 2016 com dinheiro público, utilizando o programa social “Cheque Cidadão”, da Prefeitura de Campos, durante o governo Rosinha, gerando outro grande prejuízo aos cofres públicos do município, dessa vez de 18 milhões de reais, além dos crimes eleitorais. Leia mais AQUI

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