Wladimir desmente factóide do pai Garotinho

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Acostumado a lançar factóides para se manter na mídia, dessa vez Garotinho foi desmentido pelo próprio filho Wladimir, em sua estapafúrdia afirmação de que seria candidato a prefeito de Campos, já que está inelegível, além de tentar fazer sombra ao próprio filho.

Nem pensar…

Em entrevista à Folha FM, o deputado federal Wladimir Barros Assed Matheus de Oliveira, vulgo Wladimir Garotinho, mostrou-se extremamente preocupado em descolar a sua imagem da enorme rejeição dos seus pais Rosinha e Garotinho, chegado a afirmar que eles não serão secretários em um eventual governo seu à frente da Prefeitura de Campos, mas não resistiu a confirmar que ele poderá ser seu conselheiro:

Secretário não…

“Não será secretário, e não é vontade dele. Nem Rosinha. Não será secretária, e não é a vontade dela. Isso eu posso afirmar”…

Conselheiro sim…

“Que (Garotinho) vai ser meu conselheiro, claro que vai. Como é que eu vou negar?” 

“Meu pai não é o candidato”

Mas o ponto alto da sua entrevista foi o desmentido de que o seu pai Garotinho seria candidato a prefeito de Campos como Garotinho vem seguidamente afirmando. Um factóide que, além de dar a visibilidade que tanto anseia na mídia, mantém as esperanças dos seus seguidores que se negam a enxergar a realidade quando se trata do líder da Facção Rosa, mesmo decisões judiciais que o tornaram inelegível. Mas, por outro lado. esvazia as ambiciosas pretensões do próprio filho…

O que mais deverá pesar na decisão do o eleitor campista nas próximas eleições é o fato dos Garotinho atuarem sempre em conjunto. O maior exemplo foi o de Rosinha que, na noite da diplomação como prefeita de Campos, deu o seu diploma a Garotinho em público no Trianon. Daí para frente, todo mundo sabe as consequências dessa lamentável história, que ainda não acabou…

Ao ser questionado se o pai seria candidato, Wladimir não gaguejou como de costume e disparou:

“Meu pai não é o candidato. Ele está dizendo que vai ser, mas eu acho que não será”…

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Garotinho no Cadastro Nacional da Inelegibilidade

Garotinho tem três condenações por órgãos colegiados, e, em duas delas, está inelegível.

A sua sentença por formação de quadrilha foi anulada por prescrição de pena, mas as outras duas estão valendo.

Em uma delas houve condenação por desvio de R$ 234 milhões da Saúde durante o governo de Rosinha à frente do Palácio Guanabara, colocando nome de Garotinho no Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Em outra, o TRF-2 confirmou a condenação de Garotinho a dois anos e oito meses de prisão, convertidos em serviços à comunidade, por calúnia contra um juiz federal.

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