Indústria da Italac em Campos vai ser uma virada de página no agronegócio da Região NF

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A Italac, uma das principais indústrias do setor lácteo do país, a marca de lácteos mais comprada do Brasil, com os seus produtos chegando a mais de 20 mil pontos de vendas, entre varejistas, atacadistas e distribuidores, possui fábricas, postos de captação e produção nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Pará, Rio Grande do Sul e Paraná. Mas, em breve, poderá se instalar também no Norte Fluminense, em Campos.

Retomada econômica

As tratativas nesse sentido, entre a empresa, o governador Cláudio Castro e o deputado estadual Rodrigo Bacellar para que ela se instale no município de Campos prevêem um investimento de R$ 90 milhões de reais. Nessa articulação para a vinda da Italac, que faz parte de um projeto de retomada econômica para o interior, do Governador Claudio Castro, o deputado estadual Rodrigo Bacellar teve papel de destaque atuando forte em defesa do NF para instalação de uma unidade da Italac Goiasminas, que já possuiu fábricas, postos de captação e produção nos estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rondônia, Pará, Rio Grande do Sul e Paraná.
A gigante Italac tem 100 produtos e absorve uma produção leiteira de 7 milhões de litros/dia. A expectativa é de que a unidade possa gerar mais de 100 empregos diretos e outros no campo.

Virada de página no agronegócio

Na próxima terça-feira (25), a Italac deve anunciar detalhes do projeto, quando executivos do grupo serão recebidos pelo governador Cláudio Castro e pelo deputado Rodrigo Bacellar.
“Precisamos preparar e fortalecer Campos para além dos royalties. Vai ser uma virada de página no agronegócio da Região, gerando empregos e fortalecendo a economia”, disse o Rodrigo Bacellar, ressaltando o empenho do governador. “Ele sempre diz que um estado forte é aquele que tem um interior forte. E hoje temos um governo que olha pelo interior. Essa é apenas uma das ações do projeto de retomada, que conta com apoio do governo, através da secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico e Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado (Codin)”, completou Bacellar.

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