Jonas Lopes põe cinco dos sete Conselheiros do TCE na cadeia e Picciani é levado coercitivamente

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Jonas Lopes entregou os colegas para salvar a própria pele e a do filho Jonas Neto advogado de Garotinho

Nessa manhã de quarta-feira, a delação premiada do advogado campista Jonas Lopes de Carvalho Filho, ex-presidente do TCE/RJ, e fiel escudeiro de Garotinho, que fechou acordo com a Procuradoria Geral da República (PGR) e a do seu filho, o advogado de Garotinho Jonas Lopes de Carvalho Neto, alvos da Operação Descontrole, deflagrou a “Operação Quinto do Ouro”, da Polícia Federal.

A delação muito bem premiada de Jonas Lopes, ex-presidente do TCE/RJ, atualmente passando temporada no exterior, deflagrou a Quinto do Ouro. Retornando ao país, ele deverá ficar em sua bela fazenda
Após a delação muito bem premiada, Jonas Lopes, ex-presidente do TCE/RJ, atualmente passando temporada no exterior, deflagrou a Quinto do Ouro, aoo retornar ao país deverá ficar na tranquilidade da sua bela fazenda

40 Mandados

Cerca de 40 mandados judiciais, de prisão, condução coercitiva, busca e apreensão e bloqueio de bens, foram expedidos por ordem do ministro Félix Fisher do STJ, e estão sendo cumpridos por mais de 200 agentes da PF.

Uma equipe amanheceu na porta da mansão do deputado Jorge Picciani (PMDB), presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), na Barra da Tijuca, para levá-lo coercitivamente para prestar depoimento na sede da Polícia Federal.

Cinco dos sete Conselheiros do TCE com prisão preventiva decretada

Félix Fisher determina que cinco dos sete Conselheiros do TCE/RJ sejam presos preventivamente
Félix Fisher determina que cinco dos sete Conselheiros do TCE/RJ sejam presos preventivamente

Em outras partes do Rio de Janeiro, cinco dos sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado, Aloysio Neves (atual presidente); Domingos Brazão, José Gomes Graciosa, Marco Antônio Alencar e José Maurício Nolasco, estão sendo presos por agentes da Polícia Federal.

Embolsavam 20% de obras

Segundo a PF, os alvos são suspeitos de fazer parte de um esquema de propina que pode ter desviado até 20% de contratos com órgãos públicos para autoridades públicas, sobretudo membros do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro e da Assembleia Legislativa do Estado.

 Nome histórico

A operação foi batizada de Quinto do Ouro em referência ao Quinto da Coroa, um imposto correspondente a 20% que a Coroa Portuguesa cobrava dos mineradores de Ouro no período do Brasil Colônia, e que acabava desviado.

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