Contas aprovadas de Rafael x contas reprovadas de Rosinha

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Mesmo lutando contra todas as dificuldades deixadas pelas desastrosas e temerárias administrações de Rosinha Garotinho, e a drástica redução de receitas provenientes dos royalties, Nessa quarta-feira o prefeito Rafael Diniz teve aprovadas pelo legislativo as suas contas de 2017 e 2018.

TCE e Câmara Municipal aprovaram

Após o Tribunal de Contas do Estado (TCE) ter emitido parecer favorável aos balanços financeiros enviados pelo Executivo de Campos, nessa quarta-feira foi a vez da Câmara Municipal aprovar as conta do prefeito Rafael Diniz de 2017 e 2018, com o placar folgado de 16 a favor e seis contra.

Uma situação bem diferente da rejeição das contas de 2016 da ex-prefeita Rosinha Garotinho que, após o parecer do TCE pela reprovação, foram reprovadas pelo legislativo campista com o placar de 15X9.

Votos rosa de cabresto curto

Nessa atual situação, quando os representantes da Facção Rosa que ainda restam na Câmara votam contra politicamente, sem o menor embasamento técnico, é importante destacar as declarações do vereador Jorginho Virgílio (Patri) para entender  modus operandi do grupo político dos Garotinho, lembrando que foi vergonhosamente obrigado a votar a favor das contas de Rosinha:

“O voto das contas é técnico, mas alguns estão deixando transparecer que também tem o peso político. Em 2017, quando analisamos as contas de 2016 de Rosinha, a presidente do meu partido fez um documento obrigando que meu voto, e o voto do Silvinho Martins, fossem pela aprovação das contas, mesmo com o parecer técnico do TCE pela reprovação”.

O líder do governo na Casa, Paulo César Genásio (PSC) também não perdeu a oportunidade de criticar os vereadores de cabresto curto: “A votação das contas é técnica. Devemos deixar a pauta do dia para outro momento. Mas, talvez, a oposição possa ir ao TJ (Tribunal de Justiça) para procurar saber quando o Garotinho vai devolver os R$ 234 milhões que ele desviou da Saúde. Ele foi condenado (pelo período quando Rosinha Garotinho era governadora)”.

Para relembrar, contas de Rafael Diniz x contas de Rosinha

Por unanimidade, TCE-RJ aprova contas do prefeito Rafael Diniz – 30/10/2019

Por unanimidade, as contas do prefeito de Campos, Rafael Diniz, referentes ao exercício de 2018, foram aprovadas na sessão desta quarta-feira (30) pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). De acordo com o procurador-geral do Município, José Paes Neto, a expectativa já era pela aprovação, em função do trabalho desenvolvido pelos técnicos do município.

“Todos os esclarecimentos foram prestados no momento adequado e, tanto o corpo técnico do Tribunal quanto os conselheiros acolheram os esclarecimentos e as contas foram aprovadas por unanimidade. É mais uma demonstração do zelo do prefeito Rafael Diniz com as contas públicas, mesmo em um momento da maior crise financeira da história do município, o Tribunal reconhece a gestão adequada que está sendo feita dos recursos públicos municipais”, explica José Paes.

Contas de Rosinha são rejeitadas pela Câmara Municipal18 de julho de 2018

Durante sessão extraordinária dessa quarta-feira, pautada pela ordem, na Câmara Municipal de Campos, a maioria dos vereadores campistas votou pela rejeição das contas de Rosinha gestão 2016, acompanhando o parecer do TCE que apontou 22 determinações, sete irregularidades, 13 impropriedades e três recomendações.

O placar folgado de 15X9 mostra a grande rejeição e revolta pela situação de terra arrasada deixada para trás pela Facção Rosa como resultado das desastrosas gestões da ex-prefeita à frente da Prefeitura Municipal de Campos, sob as diretrizes do seu marido Garotinho.

Cadê o dinheiro que estava aqui?

Parecer do TCE

“O parecer tem 110 páginas, nas quais, constam 22 determinações, sete irregularidades, 13 impropriedades e três recomendações pela conselheira substituta Andrea Siqueira Martins. Segundo ela, o Município, em 2016, não adotou ações planejadas para alcançar equilíbrio financeiro.

Além disso, a administração municipal abriu créditos adicionais sem cobertura suficiente, gerando déficit de R$ 94.913,97; não enviou documentos contábeis relativos à comprovação de superávit financeiro nas fontes específicas mencionadas nas aberturas de créditos adicionais totais de R$ 387.974.595,71; realizou despesas no total de R$ 210.560.314,88 sem a devida cobertura orçamentária, sendo R$ 188.556.981,26 não empenhadas e R$ 22.003.333,62 que tiveram seus empenhos anulados, além de cancelar, sem justificativa neste processo, Restos a Pagar de despesas liquidadas no valor de R$ 11.562.161,90.

Em seu voto, a conselheira apontou, ainda, “utilização de R$ 554.392,90 da verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) de forma irregular; retirada de recursos da conta do mesmo fundo, no montante de R$ 2.374.020,12, sem a devida comprovação; assunção de obrigação de despesa, nos dois últimos quadrimestres do mandato, que não possa ser cumprida integralmente dentro dele, ou que tenha parcelas a serem pagas no exercício sem que haja suficiente disponibilidade de caixa para sua cobertura, considerando a insuficiência de caixa apurada no valor de R$ 222.350.553,88”.

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