Com acesso facilitado, Brasil bate recorde com 180 mil armas de fogo registradas

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O decreto do presidente Jair Bolsonaro, visando viabilizar ao cidadão comum, cumpridor de seus deveres e sem antecedentes criminais e com capacidade psicológica e técnica avaliadas, permitiu a este cidadão, comprar armas de fogo, inclusive em calibres mais efetivos que os anêmicos calibres que eram liberados aos civis pela legislação anterior, convergindo com a vontade popular.

A liberação de armas de fogo não é uma política de segurança pública. É uma forma de fornecer ao povo uma condição de equilíbrio frente à violência criminal que explodiu nos anos em que o estatuto do desarmamento esteve em vigor.

Não é ela que vai acabar com a violência no país, mas ela permitirá as vitimas da violência, cujos números cresceram grandemente nas gestões anteriores, com bandidos comprando fuzis e munição para dar combate a policiais, enquanto o cidadão tinha que trilhar uma via crúcis para adquirir um revolver calibre 38 ou uma pistola calibre 380, armas que, muitas vezes, obrigam que se dê mais de um tiro para “parar” o agressor.

Aumento de 91%

Quase 180 mil novas armas de fogo foram registradas na Polícia Federal (PF) em 2020, um recorde influenciado pelas medidas do governo Jair Bolsonaro que facilitaram o acesso a esses itens no país.

Segundo dados obtidos da Polícia Federal, foram registradas 179.771 novas armas no ano passado, um aumento de 91% ante o registrado em 2019 (94.064), ano em que já havia ocorrido uma forte alta (84%). É o maior patamar da série disponibilizada pela instituição, que começa em 2009.

Com isso, o resultado dos dois primeiros anos do governo Bolsonaro (273.835) representa um aumento de 183% em relação ao total de novos registros de armas de fogo em 2018 e 2017 (96.512).

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