Cartel do Gás em Campos é desbaratado pelo Ministério Público Estadual

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Durante dois anos a 1ª Promotoria de Investigação Penal de Campos investigou a prática de cartel na comercialização de gás de cozinha (GLP) no município, que gerava grande prejuízo para consumidor gerando preço único para todas as revendas, o que não deixava opções para os compradores.

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O resultado da investigação foi encaminhado em forma de Denúncia Criminal ao Juiz Glaucenir Oliveira, com pedidos de prisão para Carlos Alberto Batista, vulgo “BETO GÁS”, proprietário de duas empresas de venda de gás e presidente do Sindicato do Revendedores de Gás GLT (Singaserj), e José Antônio Crespo Brandão, vulgo “JOSÉ ANTÔNIO DE BOM JESUS”, proprietário das revendas de gás Supergasbras na região. O MP aponta que que a dupla é suspeita de majorar o preço do gás, na época, de 50 para 60 reais, atuando para que todos os outros revendedores fizessem o mesmo. Os dois acusados foram presos nessa manhã. A prática de Cartel é considerada um grande dano à economia popular, por aumentar artificialmente os preços e eliminar a concorrência.

Veja abaixo a denúncia do MP na íntegra:

DEN ART 4º,II,a,b+12,I,III,Lei 8137-90-MPRJ 2014.00283740-BETO GÁS E JOSÉ ANTÔNIO BRANDÃO-CARTEL DE GÁS-Dr. Fabiano-1ªPIP

COTA-ART 4º,II,a,b+12,I,III,Lei 8137-90-MPRJ 2014.00283740-PRISÃO PREVENTIVA-BETO GÁS e JOSÉ ANTÔNIO BRANDÃO-CARTE DE GÁS-Dr. Fabiano-1ªPIP

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