Ministério Público requer que Garotinho continue fora de Campos

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Em sua última audiência, Garotinho fez o seu milionário advogado Fernando Fernandes pedir à justiça a suspensão das medidas cautelares que impedem que venha a Campos sem ordem judicial, mostrando-se ansioso para voltar a Campos e ficar “de olho” nos movimentos em torno das Ações Judiciais originadas pela “Operação Chequinho”, em que é réu e, também, para comandar ao vivo a implacável campanha que promove para tentar tornar o governo do novo prefeito Rafael Diniz pior do que o lamentável governo que ele próprio compartilhou com a sua esposa, a ex-prefeita Rosinha.

Preservando as testemunhas

Porém o Ministério Público manifestou-se contrário à suspensão das medidas, alegando que elas são importantes para “salvaguardar a higidez processual e garantir a ordem pública”, alertando que ainda estão sendo realizadas diligências para o processo e que a presença de Garotinho na cidade “poderá constranger as testemunhas que irão depor nos processos conexos”.

Manobras

O Ministério Público também elencou uma série de maliciosas manobras de Garotinho para “procrastinar o processo e para incitar indevidamente a opinião pública contra as testemunhas e o processo”, e lembrou que pediu que novamente a prisão preventiva de Garotinho, alegando que as medidas “não estão sendo suficientes para garantir que a instrução processual transcorresse sem incidentes”. O pedido foi negado pelo juiz Glaucenir Oliveira.

Líder do esquema?

Garotinho é réu em Ações Judiciais originadas pela Operação Chequinho que investigou a escandalosa compra de votos com Cheques Cidadão pagos com dinheiro público, suspeito de liderar o criminoso esquema.

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