O abraço de afogado de Garotinho diante Chequinho, Lava Jato e Edafo

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O desespero é grande entre os rosáceos. As tentativas de levantar os ânimos não têm dado muito resultado

Diante da Operação Lava Jato investigando a fundo a família Garotinho, denunciada pelos executivos da Odebrecht, a maior pagadora de propinas do mundo, e as acusações da Operação Chequinho, aquela do maior escândalo de compra de votos com Cheques Cidadão já visto na região, que vem condenando todos os militantes rosáceos envolvidos e tendo ainda em sua fila de espera por sentença Rosinha e Garotinho, e agora o desfecho do escândalo do galpão de material de propaganda eleitoral ilegal da Edafo, envolvendo Rosinha e Garotinho, e colocando no fio da navalha o mandato de deputada da filha Clarissa, parece ter sido dada uma ordem de contra-ataque geral para os ex-boquinhas nas redes sociais em uma desesperada tentativa de jogar uma cortina de fumaça nas agruras da família Garotinho.

Rosinha, Garotinho e Clarissa na mira da justiça
Á beira de um ataque de nervos: Rosinha, Garotinho e Clarissa na mira da justiça

Munição chocha

O pior é que a única munição de que parecem dispor é a de uma mal enjambrada e artificial Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pede a cassação dos diplomas do prefeito de Campos Rafael Diniz e sua vice, Conceição Sant’Anna, por abuso dos meios de comunicação, captação ilícita de recursos oriundos de fonte vedada e abuso de poder econômico. Pelo visto, erraram o endereço das acusações; que deveriam ter sido dirigidas a uma famosa casinha na Lapa que já abrigou gente useira e vezeira nesse metiê.

Nunca antes na história desse país algum grupo político abusou tanto da paciência da justiça como os rosáceos fizeram nas últimas eleições.

Cara de pau

E, como se não bastassem tantos abusos, ainda hoje vemos testemunhas sendo, acintosamente, cerceadas e ameaçadas na rua para não relatarem os detalhes do que foi o maior escândalo eleitoral que já se viu no país, com votos sendo comprados e pagos com dinheiro público. Haja criatividade e desfaçatez…

Derradeiro abraço

Esse tipo de guerrilha dos desesperados, orientada por um bom advogado, mas que é desprestigiado pelo seu principal cliente e mantido refém de honorários bem aquém dos pagos a um outro causídico, que trabalha bem menos, e de honorários que, ainda assim, humilhantemente foram reduzidos em um quinto, só mostra a falta de compromisso com a verdade do esférico flautista de Hamelin para com os seus próprios aliados, levados de roldão pela tsunami das fatais promessas vãs e ilusões fugazes, como um envolvente e derradeiro abraço de afogado.

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