Campanha difamatória contra testemunhas e judiciário avaliza prisões de Garotinho e Rosinha

0

Após mais um encarceramento ser acrescentando a farta lista de prisões de Garotinho e Rosinha, seguindo as diretrizes de um ambicioso sub-líder, militantes do grupo político do casal preso dispararam nas redes sociais uma virulenta campanha de difamação, intimidação e desqualificação de testemunhas e autoridades do judiciário, utilizando o Facebook, WhatsApp e pseudos sites jornalísticos notoriamente financiados e controlados por esse grupo político conhecido como Facção Rosa.

Habeas Corpus negado

Sintomaticamente, o primeiro pedido de habeas corpus feito pela defesa de Garotinho e Rosinha foi negado nessa quarta-feira pelo desembargador Leopoldo de Arruda Raposo, do STJ. Assim, aparentemente com a colaboração da sua própria militância, o casal Garotinho continua na cadeia, Rosinha no presídio Nelson Hungria, no Complexo de Bangu, e Garotinho em para Benfica.

Militantes da Facção Rosa acreditam na impunidade do seu líder

Desafiando e acreditando na impunidade

Diante da prisão dos seus chefes, um dos militantes de Garotinho e Rosinha, o ex-vereador caçado Thiago Virgílio, condenado a cinco anos e quatro meses de cadeia, em regime semi-aberto, com sentença foi confirmada em 2ª instância pelo TRE, mas no âmbito da Chequinho, por compra de votos, chegou ao absurdo de postar em grupo político do Whats App: “Em Brasília a gente tomba isso rápido”… O que estaria dando essa certeza de impunidade a Thiago Virgílio?

Thiago Virgílio, Linda Mara e Kelinho foragidos da Justiça

Nessa Quinta-feira, Thiago Virgílio e Linda Mara (PTC),  Kellinho (PR) foram considerados foragidos pela Polícia Federal. Segundo o delegado Paulo Cassiano Júnior, Os três foram condenados em segunda instância no inquérito da Chequinho, tanto na esfera eleitoral, quanto na criminal, não cabendo mais recursos.  “Nós recebemos na semana retrasada, mandados de prisão em relação aos três réus”, disse o delegado, informando que os três não foram encontrados em seus endereços e portanto, são considerados foragidos”.

Campanha de difamação e intimidação feita por militantes avaliza a prisão preventiva de Garotinho e Rosinha

Ironicamente, a campanha de difamação e desqualificação de testemunhas e agentes do poder judiciário avaliza fortemente a decretação da prisão preventiva de Garotinho e Rosinha pedida pelo Ministério Público: “eles têm “poder dissuasório” em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, onde ambos foram prefeitos”, e afirmando que o casal estaria interferindo nas investigações, inclusive com ameaças a testemunha-chave, sobre o caso dos contratos com a Odebrecht para construção das “casinhas” do projeto morar Feliz, com graves denúncias de superfaturamento e desvio de 60 milhões de reais dos cofres da Prefeitura de Campos durantes as duas gestões de Rosinha como prefeita do município.

Ou seja, esse é mais um tiro no pé de Rosinha e Garotinho, dessa vez dado por sua própria militância

NENHUM COMENTÁRIO