Ciúme da parceria de Rafael Diniz com Rodrigo Bacelar para reabrir o Restaurante Popular

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A divulgação de uma parceria entre o prefeito Rafael Diniz e o deputado Rodrigo Bacelar para reativação do Restaurante Popular de Campos deixou extremamente irritado o deputado Wladimir Matheus, vulgo “Wladimir Garotinho”.

Deputado Pão com Mortadela

Enciumado com a iniciativa alheia de reabrir o Restaurante Popular, local que usou amplamente como palanque da sua campanha eleitoral antecipada, com a prática demagógicas distribuições de pão com mortadela, em horário comercial de dias em que deveria estar trabalhando na Assembléia Legislativa como chefe de gabinete do seu patrão à época deputado Bruno Dauaire, esta semana o deputado “Pão com Mortadela”, como Wladimir ficou conhecido, ocupou as redes sociais com estranhos lamentos: “na eminência de realmente termos um desfecho positivo, aparecem como interessados naquilo que sempre criticaram para surfar em uma onda que não lhes cabe, típico de quem acha que o povo é bobo ou tem memória curta”.

Tapa de luva, de boxe…

Mas seu estranho chororô não passou sem uma dura resposta do secretário de Governo, Alexandre Bastos: “Ele não se importa em matar a fome de ninguém. O que interessa é fazer cena e tentar algum tipo de ganho político. O mesmo ganho político que a sua mãe visou ao assumir o restaurante popular em agosto de 2016, faltando dois meses para a eleição. Isso sim é oportunismo, deputado! Wladimir entende muito de fome: a fome pelo poder”.

Para relembrar:

Depois de quebrar Campos, a “Demagogia do Pão com Mortadela” em frente ao Restaurante Popular

Por Editoria –

Publicado em 12 de junho de 2017

Nessa segunda-feira, militantes de Rosinha e Garotinho promoveram uma manifestação mal fabricada em frente ao Restaurante Popular para, supostamente, protestar contra o seu fechamento. Mas o que se viu não foi bem, assim. A demagógica “manifestação”, pouco discretamente liderada por Wladimir, filho de Garotinho, não conseguiu reunir mais do que alguns militantes, 15 estudantes da Uff, e um carro de som.

Wladmir Garotinho esteve no último dia do Restaurante Popular, fingiu que comeu (observem os pratos de todos e o dele) fez cara d quem não gostou do pouquinho que disfarçou no prato e, no dia seguinte, foi distribuir pão com mortadela na frente do local.

A Farra

Ironicamente, os rosáceos liderados por Rosinha e Garotinho, casal que protagonizou uma enorme farra com o dinheiro público, que deixou a prefeitura de Campos quebradavendeu o futuro do município, comprometendo a verbas dos royalties por décadas em contratos pouco recomendados, celebrou um estranhíssimo contrato de 1.2 bilhão com a Odebrecht, não finalizado, agora investigado por uma CPI, promoveu uma farra de Cheques Cidadão em troca de votos, inviabilizando a manutenção desse programa social, inflado de 12 mil pessoas para mais de 30 mil em um piscar de olhos, e que levou dezenas de militantes a responder a Ações Eleitorais e Judiciais, e alguns deles (por enquanto) e o líder à prisão, agora desfilam pelas ruas de Campos posando de guardiões dos “pobres e oprimidos”. Enquanto isso, seus líderes gastam fortunas com advogados, esses, os únicos que estão felizes nessa história, para tentar se livrar das responsabilizações por seus atos.

O RomboO Secretário Municipal da Transparência e Controle Felipe Quintanilha levantou o tapete do rombo deixado por Rosinha no Previcampos. Segundo ele, o órgão perdeu R$ 383.432.979, 49 em investimentos, a Prefeitura de Campos deve ao Previcampos R$ 181.653.455,34, além de ter movimentado R$ 1,3 bilhão, sem Autorização de Aplicação e Resgate (APR), cujos documentos só foram emitidos após as transações, e incompletos. E outros R$ 103.269.707,73 milhões foram transferidos para o Tesouro Municipal, sem justificativa e sem registros em documentos.

E essa parece ser apenas a ponta do iceberg que a cada dia fica maior nas auditorias que estão sendo realizadas nas contas de Rosinha. Mas uma coisa é certa, apenas com o montante do Rombo do Previcampos o município poderia manter dezenas de restaurante populares e ainda sobraria muito dinheiro.

A Demagogia

Para marcar a indisfarçável demagogia e o extremo cunho político da facção dos inconformados pela derrotas nas últimas eleições e o cerrado fogo judicial para apurar e punir os desmandos, foi distribuído um lanche eufemisticamente por “um grupo de amigos”: pão com mortadela e café com leite, a exemplo do modus operandis do PT. Só não se sabe se foi mantida a tradição dos 30 reais ou mais.

Mas, tanto oportunismo e demagogia estão sendo execrados pelos campistas nas redes sociais. Veja abaixo:

Carlos Rogerio É lamentável mesmo o fato de fecharem o restaurante popular , mas se vê q aproveitam a situação para fazer política com a miséria alheia.

Angela Berto Haha foi esse o ato que Vladimir estava distribuindo café da manhã? Quebram a cidade e depois vão protestar!

Rose Barbirato Douglas Bensi. Quero curtir 1000 vezes. Excelente.

Camila Rangel Só consigo enxergar um bando de xxxxxxxxxxx sendo usados como escudo pelos verdadeiros organizadores, Garotinhos! Protesto organizado e subsidiado por Wladimir Garotinho, logo, foi bancado com o nosso xxxxxxx.

Príscila Sales Até Wlademir Matheus está na fila… será que o que Rosinha ganha como consultora não está dando para sustentar sua família? kkk

Diego Azevedo Engraçado que quando passava lá na frente, não via essas pessoas que estão segurando cartazes na fila para almoçar. Seria uma manifestação política ou de pessoas que realmente precisam?

Silvia Cristina Ribeiro Gomes Quem está botando esse tipo de notícia, é gnt que odeia Campos!! Já foi esclarecido q não vai acabar e as pessoas q necessitam do restaurante popular foram remanejados… Procure saber antes de pagar esse micão… vai trabalhar cuidar da família etc…

Larissa Azevedo Linhares Aline D’Angelo a prefeitura oferece café da manhã e almoço em 3 pontos da cidade, para os que realmente precisam. No Lar Cidadão, Casa de Passagem e no Centropop. Além de cestas básicas.

E por aí vai… Parece que “a demagogia saiu pela culatra”.

A Realidade

A Prefeitura explicou que o atendimento do Restaurante Popular foi suspenso por vários motivos, o principal deles o elevado valor do contrato com a empresa que administra o estabelecimento, que seria insustentável para o governo municipal, e que está tentando parcerias com o Governo Federal e com a iniciativa privada para conseguir reabrir e manter o restaurante.

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