Thiago Virgílio renuncia e coloca primo usando apenas sobrenome Virgílio em seu lugar

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A criatividade da Facção Rosa não tem limites. São 171 maneiras de iludir os eleitores

Condenado na “Chequinho” a cadeia e a inelegibilidade, a exemplo do seu líder Garotinho, o ex-vereador Thiago Virgílio (PTC) renunciou a sua candidatura e colocou em seu lugar o seu primo Neilton Virgílio de Souza Junior (PTC), ex-superintendente de Iluminação Pública do governo Rosinha Garotinho, indicado por ele, e que também atuou como o seu chefe de gabinete na Câmara Municipal de Campos.

Todas as estratégias da Facção Rosa são muito bem orientadas

Maliciosamente, o seu substituto está sendo conduzido utilizando como nome de urna apenas o sobrenome “Virgílio”, em uma clara tentativa de iludir eleitores desavisados.

O ex-vereador Thiago Virgílio (PTC) renunciou a sua candidatura e colocou em seu lugar o seu primo Neilton Virgílio de Souza Junior (PTC) utilizando apenas o sobrenome e sem barba na foto

Condenado a 5,4 anos de cadeia

Envolvido no escandaloso esquema de compra de votos com o programa social Cheque Cidadão, durante as eleições de 2016, que desencadeou a “Operação Chequinho da Polícia Federal”, Thiago chegou a ser preso pelo PF em 29 de outubro de 2016, sendo solto cinco dias após. Posteriormente, ele foi condenado pelo juiz Ricardo Coimbra, da 76ª Zona Eleitoral de Campos, a cincos anos e quatro meses de cadeia em regime semi aberto e afastado do cargo de vereador pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) após ser condenado em primeira e segunda instâncias.

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