Garotinho fabrica manifestação mas não diz quem paga a conta

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Ninguém explica é como serão pagos esses 30 mil adesivos, já que o líder, segundo a própria esposa Rosinha, estaria em dificuldades por estar desempregado.

Os campistas precisam ser cautelosos com as despudoradas tentativas de manipulação da opinião pública promovidas por Garotinho e a sua Facção Rosa, na realidade, apenas perniciosas ações eleitoreiras e de sabotagem à administração pública, mal disfarçadas como sendo de iniciativa popular, mas, na realidade, engendradas por Garotinho e Cia para atender aos seus próprios mal recomendados interesses, sem se importar com os prejuízos causados à população.

Decadência e desespero cobrando o que não fizeram

Agora surgem nas redes sociais convocações a uma manifestação pública para cobrar o que não foi feito durante as administrações de Rosinha, comandadas por Garotinho por mandato matrimonial, que deixaram o município desordenado, endividado e de cofres raspados.

Não trabalha, mas gasta…

Apesar das declarações de Rosinha de que Garotinho não conseguiria sustentar a família se ficasse preso, tentando utilizar esse pífio argumento para conseguir libertá-lo de Bangu 8, o líder da Facção Rosa não voltou a trabalhar e passou a dedicar seu tempo às custosas tentativas de tornar o município ingovernável.

Quando GArotinho foi preso Rosinha alegou dificuldades financeiras
Quando GArotinho foi preso Rosinha alegou dificuldades financeiras

Massa de manobra

Como se não bastassem todas as arapucas que deixou armadas na prefeitura para impossibilitar a administração do prefeito Rafael Diniz, Garotinho passou a utilizar os ex-boquinhas de Rosinha como massa de manobra, prometendo novas eleições, impeachment etc… Promessas vãs e impossíveis de serem cumpridas, pois contrariam todas as previsões legais.

Não seja usado

Agora, em mais uma deplorável manobra, o líder da Facção Rosa tenta fabricar uma manifestação e um adesivamento em massa de carros de campistas com o título “Fora Rafael”.

Não seja usado como massa de manobra por Garotinho o verdadeiro causador dos graves problemas que Campos atravessa.

Segundo fontes seguras, seu correligionário Carlos Cunha, sempre disposto a tudo, tudo mesmo, para agradar o chefe, estaria tentando que alguma gráfica fabricasse 30 mil adesivos, mas já teve negado o pedido por uma gráfica e estaria recorrendo a outra para conseguir as peças em tempo para a tal ação imposta por seu chefe.

Quem, e como, pagará a conta?

O que ninguém explica é como serão pagos esses 30 mil adesivos, já que o líder, segundo a própria esposa Rosinha, estaria em dificuldades por estar desempregado.

Mas, contraditoriamente, durante o Carnaval, ele foi visto circulando por Atafona com Rosinha, local onde não colocava os pés há muito tempo, fazendo de base uma bela casa recém-reformada que já foi de um empreiteiro e que agora é do filho sem profissão e justificativa plausível para tanta riqueza aparente.

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Sem trabalhar Garotinho, Garotinho e Rosinha mantém alto padrão de vida passeando no Pontal de Atafona

Fontes bem informadas dizem que a rica aquisição do imóvel faria parte de um rocambolesco plano B para, futuramente, tentar partilhar as prefeituras de São João da Barra e Campos entre um casal de irmãos. Para isso, um jovem deputado ficaria no limbo sem dó nem piedade.

Esse é um mistério para o MP e a Receita Federal investigarem a fundo. O que parece já estar sendo feito.

Na sexta-feira, o ex-secretário e coordenador de campanha de Rosinha, Marcos Soares, que revelou os bastidores da Facção Rosa, foi convocado para declarações em um procedimento investigatório criminal do Ministério Público e foi ouvido pela Promotora Ludimila Bissonho, do GAECO.

Texto abaixo alerta e explica as atuais implicações legais da manifestação da Facção Rosa:

 Intervenção no Rio frustra manifestação de Garotinho

O decreto de intervenção do governo Federal na Segurança do Rio de Janeiro frustrou os planos do ex-governador Anthony Garotinho, que estava organizando uma manifestação contra o governo do prefeito Rafael Diniz, em Campos. O evento que conta com ampla convocação nas redes sociais e nos grupos de Whatsapp estava marcado para o dia 8 de Março.

A manifestação pode desandar por conta da exigência estabelecida no decreto de intervenção para todo o Estado, que exige da organização de todo ato público uma autorização prévia das autoridades. Diante dessas dificuldades, Garotinho teria determinado uma campanha de adesivação de carros nas ruas. O grupo, incluindo os vereadores condenados na Operação Chequinho, estaria encarregado de adesivar 30 mil veículos na cidade com o slogan “Fora Rafael Diniz”. O material, segundo informações, está em fase de produção.

Sem partido

Enfrentando sérias dificuldades para conseguir partido e disputar a eleição deste ano, o ex-governador estabeleceu como estratégia reconquistar o governo em sua terra natal, desestabilizando o atual governo. Os planos preveem o mapeamento da cidade como um trampolim para voltar a reconquistar mandatos nos legislativos, sonhar com o governo do Estado e a sucessão municipal em 2020.

Mas o histórico mais recente não é animador. O grupo de Garotinho perdeu a Prefeitura ano passado no primeiro turno, e na eleição em que disputou o governo do Estado, em 2014, ele teve menos votos do que o então adversário Marcello Crivella, também no primeiro turno. No segundo turno, ele declarou apoio a Crivella, e o atual governador Luiz Fernando Pezão foi o mais votado, mesmo tendo visitado a cidade apenas duas vezes durante a campanha. Na ocasião, o município era governado pela esposa de Garotinho, a ex-governadora Rosinha. Ela é acusada de deixar um rombo acima de R$ 2 bilhões para o sucessor. Atualmente, Garotinho é apontado como o político detentor do maior índice de rejeição no município.

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