Garotinho “O Colecionador de Derrotas” perde 4 no mesmo dia

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Garotinho " O Colecionador de Derrotas"

Parece até piada, mas uma piada que só seria engraçada se não fosse verdade. A atual ópera bufa insistentemente representada nos corredores da Justiça por um grupo político campista, fragorosamente derrotado nas últimas eleições, mostra o velho ranço do coronelismo que mente e repete as suas próprias mentiras até que o próprio “Coronel” e seus lamentáveis “soldados” acreditem que as leis não foram feitas para serem cumpridas por eles, mas apenas interpretadas de acordo com as suas conveniências.

Assim tentou-se:

1) Por incrível que pareça, o grupo rosáceo, derrotado e inconformado, tentou anular as eleições de Campos com recurso eleitoral de uma notícia crime feita por Garotinho contra o prefeito eleito Rafael Diniz.

2) Impedir uma audiência de instrução e julgamento.

3) Impedir a utilização de provas (imagens de câmeras de segurança) colhidas em uma diligência com autorização judicial.

4) Acintosamente, utilizar celulares em uma audiência contra a decisão do juiz.

1ª Derrota

Rafael Diniz, vitória no primeiro turno em todas as urnas
Rafael Diniz, vitória no primeiro turno em todas as urnas

Causus est jus sperniandis – Quer dizer: o fato está sendo concluso, terminado, perdido ou acabado.

Garotinho, o ex-co-prefeito de Campos, segue ridiculamente esperneando contra as suas seguidas derrotas. A mais simbólica delas foi infringida pelo juiz Eron Simas, que negou o seguimento do recurso eleitoral de uma notícia crime feita por Garotinho contra o prefeito eleito Rafael Diniz e o vereador eleito Cláudio Andrade.

O detalhe é que a denúncia já havia sido arquivada pelo Ministério Público. Em sua decisão, o magistrado, que requereu mais uma vez o arquivamento, afirmou: “como bem abordado pelo Ministério Público, o noticiante de crime de Ação Pública não detém legitimidade para interposição de recursos contra decisão que determina o arquivamento dos fatos objetos da notitia criminis”.

Para finalizar, Eron afirma que o foro adquirido por Rafael Diniz (prefeito eleito de Campos) “não impõe o deslocamento da competência para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) uma vez que já há a decisão ordenando o arquivamento da notitia criminis antes da assunção do cargo”.

Ou seja, as promessas que anda fazendo aos seus seguidores ex-DAS de que haveria novas eleições em Campos, a cada dia ficam mais rasas e vãs, o que já está fazendo o grupo, estimulado pelas esperanças das futuras “boquinhas”, se dispersar.

2ª Derrota

Ozéias, Miguelito, Ana Alice e Gisele
Ozéias, Miguelito, Ana Alice e Gisele

Desesperado com o julgamento dos vereadores Ozéias e Miguelito e de Gisele Koch e Ana Alice, acusados pela “Operação Chequinho”, Garotinho tentou impedir a todo custo a realização da audiência de instrução e julgamento do quarteto rosáceo, mas teve indeferido o pedido de habeas corpus para suspensão da audiência, onde sabia, de antemão, que as testemunhas contariam detalhes sobre a sua participação e da ex-prefeita Rosinha no “escandaloso esquema” de compra de votos com Cheques Cidadão, pagos com dinheiro público.

3ª Derrota

Garotinho e seu ex-chefe de Policia Civi
Garotinho e seu ex-chefe de Policia Civil

Com um olho arregalado no juiz e outro lacrimejante no martelo, Garotinho tentou se resguardar das graves acusações e consequências de uma suposta contratação de Álvaro Lins para montar um dossiê que utilizaria para tentar intimidar o juiz Ralph Manhães e o delegado Federal Paulo Cassiano, tentando impedir a utilização de imagens das câmeras de possíveis encontros do seu ex-chefe de Policia Civil, com um pedido de liminar em habeas corpus elaborado pelo seu milionário advogado Fernando Fernandes. Perdeu de novo.

4ª Derrota

Fernando Fernandes, o milionário advogado de Garotinho, um deles. (Foto Terceira Via)
Fernando Fernandes, o milionário advogado de Garotinho, um deles. (Foto Terceira Via)

Mostrando ser tão teimosos quanto petulante, o milionário advogado de Garotinho Fernando Fernandes impetrou um Mandato de Segurança questionando a decisão do juiz Ralph Manhães que, na primeira audiência do Garotinho, determinou que os celulares fossem desligados. “Pretendia, no MS, liminarmente, “salvo conduto” pra poder usar o celular nas próximas audiências. A relatora observou que celular, hoje, não se usa só pra se comunicar, pra falar. Esta é uma das menores utilidades deste aparelho, servindo, óbvio, pra gravar áudios, vídeo”.  Assim, o dispendioso advogado viu-se frustrado na utilização dos seus caros celulares. Perdeu de novo.

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