Chequinho: Ameaças & Intimidações. Para que serviriam fotografias de testemunha e jornalista?

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É aconselhável que os seguidores de Garotinho levem mais a sério as duras consequências que podem ser geradas por atitudes acintosamente de intimidação ou ameaças em relação às testemunhas da Chequinho e aos jornalistas que noticiam o desenrolar do grave caso.

Ameaças e intimidações

Não é nenhuma brincadeira ameaçar ou seguir uma testemunha chave como Beth Megafone, na rua e até na igreja, como teria feito Joyce Lessa, ex-subsecretária de Governo de Rosinha, ou tentar intimidar um profissional de comunicação que esteja cobrindo o caso, como a jornalista Suzy Monteiro (Folha da Manhã), que foi sorrateiramente fotografada por Luís “Careca”, um dos réus da Chequinho, e marido de outra ré, Ana Alice Alvarenga, ex-secretária de Desenvolvimento de Rosinha, acusada de ser a coordenadora da distribuição dos Cheques Cidadão, utilizados na escandalosa compra de votos.

“Cala a sua boca!”

A testemunha Beth Megafone denunciou à Polícia Federal que vem sendo seguida e que foi ameaçada por ocupantes de moto sem placa em um ponto de ônibus na 28 de Março: “Cala a sua boca, porque assim como nós te achamos hoje, achamos você e a sua família em qualquer dia, ou lugar”.

joyce-depo-beth-2

joyce-3Em seu depoimento, Beth Megafone também fala sobre ter estranhado muito a aparição de Joyce Lessa, ex-subsecretária de Governo de Rosinha, na porta da sua igreja no Jockey Clube, muito distante da
casa de Joyce, no Esplanada, mexendo o tempo todo no celular como se fizesse algum tipo de registro, e que ela teria arrancado com seu carro em velocidade quando percebeu que a placa do veículo estava sendo anotada.

 

Réu fotografa jornalista furtivamente

Já com a competente jornalista da Folha da Manhã Suzy Monteiro o caso foi estranho, pois um dos réus, Luís “Careca”, marido de uma também ré, a fotografou furtivamente com o seu celular nas dependências do Fórum de Campos, quando a profissional saía de uma sala do Fórum onde acontecia uma das audiências da “Chequinho”.

Ficam questões no ar:

Para que seguir uma testemunha até na igreja e tentar fazer registros?

Por que fotografar uma profissional de imprensa que cobre o caso onde se é réu?

Qual seria a utilidade dessas fotografias?

Caso aconteça alguma coisa à testemunha ou à jornalista, quem seriam os principais suspeitos?

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