Rosinha e Garotinho se negam a prestar declarações à justiça

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Réus na Ação Penal proveniente da Operação Caixa D’Água, que investiga exigência de propinas por obras, , depois de fazer de tudo para não ter que comparecer ao interrogatório no Fórum, com pedidos de suspeição, afastamento de autoridades processuais, atestado médico de advogado e nova tentativa de adiamento alegando cirurgia de catarata do advogado, se negaram a  responder aos questionamentos da justiça sobre a suspeita de exigência de propinas milionárias de empresas que mantinham contratos com a Prefeitura Municipal de Campos durante a gestão de Rosinha.

Os dois entraram mudos na sala de audiência e saíram calados, pelos menos no que se referia ao interrogatório.

Até greve de caminhoneiros é desculpa

Garotinho, sempre mais incisivo, novamente se fez de vítima alegando ter tido cerceado seu direito de defesa por não ter sido avisado da nomeação dos advogados dativos, previstos em lei, e amplamente noticiados: “quem não deve não teme”. Declarando que só falaria diante de um advogado constituído, também afirmando que a cirurgia de seu advogado não ocorreu antes devido à greve dos caminhoneiros.

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