Garotinho tenta escapar da Caixa D’Água em Campos, mas STF nega

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Mais uma vez Garotinho é frustrado ao tentar fugir das mãos da Justiça Eleitoral de Campos evitando a Ação Penal originada da operação Caixa D’água. A sua Reclamação no STF, onde alegava ligação da operação com a delação do executivo Ricardo Saud, da JBS, enviada por determinação do ministro Edson Fachin à Justiça Federal no Rio, o que a tornaria incompatível com a investigação na área eleitoral.

Queria moldar a Justiça

Não queria pouco. Simplesmente ele pediu que a Ação Penal fosse retirada de Campos, passasse para o STF e que todos os atos processuais praticados até agora fossem anulados. Não colou.

Aniversário no banco dos réus

Diante de mais essa derrota, este ano o aniversário de Garotinho, dia 18, será comemorado de forma diferente, com o interrogatório dos réus da Operação Caixa D’Água, incluídos aí, ele, a esposa Rosinha e mais seis acusados pelo Ministério Público Eleitoral de integrar uma organização criminosa voltada à arrecadação de propinas de empresários para financiar suas campanhas eleitorais e a de aliados, utilizando extorsão sob ameaça de armas.

Bomba de efeito retardado

As acusações são muito sérias. É o que se pode chamar de bomba de efeito retardado com potencial para levá-lo e a Rosinha de volta à cadeia, dessa vez com parte da sua troupe.

Fachin indefere por não ver ilegalidade

Para decepção de Garotinho, a reclamação passou das mãos da ministra Cármen Lúcia, presidente do STF, para as do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, que disse não ver ilegalidade, e nem urgência, indeferindo a liminar:

Não depreendo ilegalidade flagrante da decisão atacada a justificar a concessão de liminar, tampouco urgência apta a justificar a exigir imediato pronunciamento dessa Suprema Corte.

Sendo assim, prima facie, não verifico ilegalidade ilegalidade evidente, razão pela qual, sem prejuízo de ulterior reapreciação da matéria no julgamento final da presente reclamação, indefiro a liminar.”

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