Habeas Corpus da facção rosa podem ser julgados por ex-advogado de Rosinha

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Novamente o ex-advogado de Rosinha (PR), ministro Tarcísio Vieira (TSE), poderá julgar os habeas corpus dos presos na “Operação Caixa D’Água”, defendidos pelo advogado Fernando Fernandes.

THIAGO GODOY -xA receita se repete, o milionário ex-advogado de Garotinho Fernando Fernandes, representando o advogado Thiago Godoy, e famoso por cobrar honorários na casa dos cinco milhões (aqui), comanda a tropa de choque jurídica para tentar a liberdade dos membros da facção rosa, liderados pelo ex-governador Garotinho, atual presidiário em Bangu 8.

 

Presidente do PR foragido desafia a justiça

“Não se submeterá às mazelas do cárcere” (Advogado Daniel Bialski)

Antônio Carlos Rodrigues-presidente nacional do PRPor outro lado, desafiando frontalmente a justiça, o presidente nacional do PR Antônio Carlos Rodrigues e seu genro Fabiano Alonso continuam foragidos. O ex-ministro Antônio Carlos Rodrigues teve a sua prisão decretada pela Justiça Eleitoral de Campos por suspeita de corrupção, extorsão, organização criminosa e falsidade ideológica na prestação de contas eleitorais.

O advogado Daniel Bialski informa que ele só vai se apresentar depois que a Justiça julgar o habeas corpus, pois “não se submeterá às mazelas do cárcere”.

Acima da lei?

Caso o ex-ministro tenha sucesso em seu estratagema para evitar o cumprimento da ordem de prisão até a obtenção de um habeas corpus, mais uma vez a justiça deverá ser questionada pela opinião pública.

Passando a bola

O ministro Jorge Mussi que até agora era o relator do caso sugeriu que os pedidos de liberdade sejam passados para o ministro Tarcísio Vieira por já ter julgado vários processos oriundos de Campos e, também, frisou que, antes de Tarcísio, quem sempre avaliava os casos de Campos era a ex-ministra do TSE, Luciana Lóssio. Essa, os campistas nunca irão esquecer…

O que será?

Os personagens e as situações se repetem. Resta aguardar para ver se as decisões judiciais também se repetirão a favor dos acusados, ou como garantia do cumprimento das leis, proteção das investigações, resposta da justiça aos cidadãos, e inflexibilidade contra o desrespeitoso desafio dos foragidos.

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