Ejaculação judicial precoce: STF nega pedido de Garotinho por “prematuridade”

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Sempre se gabando de conseguir reverter decisões judiciais em instâncias superiores, a promessa de Garotinho de grandes notícias de Brasília realmente se cumpriram, mas não exatamente do jeito que ele imaginava.

Nessa quinta-feira, o recurso para manter a sua candidatura foi negado pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro julgou inviável, por trâmites técnicos, o pedido da defesa de Garotinho, citando que ainda há embargos de declaração pendentes no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), tornando “prematura” qualquer intervenção do Supremo.

Ficha suja inconformado

Ou seja, Garotinho pecou por tentar colocar o “carro na frente dos bois”, para tentar recuperar a sua candidatura indeferida por unanimidade na semana passada pelo TSE, com base na Lei da Ficha Limpa.

Pá de cal

“Tenho para mim, considerado o quadro processual ora delineado, que se mostra prematuro o ajuizamento, na espécie, deste ‘pedido cautelar para suspender os efeitos do acórdão do TSE e possibilitar atos de campanha’, eis que o recurso extraordinário a que se pretende outorgar eficácia suspensiva sequer foi interposto na causa principal, como expressamente reconhecido pelo autor da presente demanda”, afirmou Celso de Mello.

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